quarta-feira, 15 de junho de 2016

Semana #2: Como correu o pensamento oposto



Tem pensamentos bonitos e não haverá lugar para os feios."
Joyce Meyer

Esta semana de pensamento oposto resultou em:
  • 6 dias +
  • 1 dia -



Dia -


Foi um dia em que fiz muitas tarefas físicas e cheguei ao fim do dia mesmo exausta, foi um daqueles dias em que não via a hora de me deitar na minha caminha e dormir. 
Quando ao fim do dia depois de tudo feito, o Rodrigo me pergunta se não quero fazer as malas para irmos sem destino no dia seguinte, só me apeteceu chorar. Não quis saber do pensamento positivo nem do pensamento oposto, disse que não ia fazer malas nenhumas e fui-me deitar.



Dias +


Tirando aquele pequeno deslize ali de cima, os restantes dias consegui praticar o pensamento oposto. Utilizei as técnicas que já tinha utilizado na semana anterior e como passei dois dias num parque de campismo, foram dois dias férteis em pensamento oposto... Passo a explicar:

Sempre gostei do ambiente dos parques de campismo, quando era criança acampava com os meus pais e em adolescente e adulta acampei algumas vezes com amigos. E sempre que estou num parque de campismo sinto as mesmas sensações de quando era pequena, andar à vontade de calções, top e bikini; andar ao ar livre no meio dos pinheiros; comer grelhados e por aí fora. 
Mas o que eu gosto mesmo é de ter que me desenrascar com aquilo que tenho na altura, longe das comodidades que tenho em casa, ali é viver com o que há e tentar viver com o mínimo. É desse pensamento de me desenrascar que eu gosto. 
E quando chego a casa, não há como não me sentir grata pelo espaço, pelas comodidades... é como passar de viver com o mínimo para passar a viver em abundância.



E o vosso pensamento oposto está a ir ou nem por isso?



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