segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Escrever um diário: conclusão




Como vem sendo hábito, quando chego ao fim do mês partilho convosco a minha conclusão sobre o hábito que pratiquei durante esse mês.

Em Outubro andei a construir um diário e muitos de vocês acompanharam-me nesta jornada e estão a escrever o vosso próprio diário. Nunca me hei-de cansar de mostrar a minha gratidão pela vossa companhia.



Como correu a construção do meu diário?


Como tirei alguns dias para carregar baterias, não vos acompanhei tanto quanto gostaria, nem escrevi todos os dias no meu diário. No entanto, tenho progredido bastante desde que comprei um simples caderno preto.

Comecei por escrever a minha gratidão e verifiquei que todos os dias surgem coisas novas para agradecer. Parece uma série de pequenas dádivas que vão aumentando de dia para dia. Até agora, ao escrever isto, fico pasmada com a quantidade de pequenas/grandes bênçãos que tenho nos meus dias e na minha vida, que me passavam completamente ao lado antes de as escrever e sentir essa gratidão no meu interior.

Acrescentei o que aprendi ou o que me inspirou em cada dia e achei curioso o facto de andar a processar informação durante vários dias. Por exemplo, ao ver um vídeo inspirador escrevo sobre o que aprendi nesse dia. No entanto, acontece-me continuar a processar o que vi e a ter mais coisas a acrescentar nos dias seguintes e sempre que me lembro desse vídeo.

Entretanto, fui fazendo colagens de pequenas recordações do meu dia-a-dia, uma parte da embalagem de um chá que bebi numa tarde numa esplanada à beira rio. Imagens de viagens de carro que fiz durante este mês. Pequenos papéis de artesãos de uma feira medieval... E cada vez que folheio o meu diário, praticamente todos os dias, ao ver estas recordações surgem-me as emoções e os sentimentos que senti naquele momento.

Sempre que precisei de processar emoções, sentimentos e pensamentos escrevi livremente e esta é uma das coisas que me dá mais prazer no meu diário. Sem nada premeditado, escrevo sobre o que sinto e penso e isso leva-me por caminhos que nunca imaginaria antes de começar a escrever e permite-me aprender e tomar conclusões que não conseguiria fazer de outra forma. Além de me permitir ver tudo mais claro.

Também acrescentei pequenos diálogos que vou tendo com o André e que acho piada, ou coisas que ele faz. Sabem aquele sentimento, quando nos juntamos em família e os nossos pais ou irmãos contam coisas que dizíamos e fazíamos quando éramos pequenos? Eu quero ter isso do André. Desde que ele nasceu que tenho essas coisas dispersas nas minhas agendas, mas agora têm lugar marcado no meu diário.



A minha opinião sobre escrever um diário, após praticar?


Este foi um hábito que queria praticar há muito tempo, e agora que estou a construir o meu diário, estou a adorar a experiência.
São raros os dias em que não leio o que escrevi, que não vejo as imagens que colei. Proporciona-me momentos de reflexão, prazer, alegria, aprendizagem, gratidão, inspiração e tantas outras coisas.



Vou continuar a escrever no meu diário?


Sem dúvida nenhuma. Tenho a visão que partilhei convosco e vou continuar a acrescentar coisas que quero "gravar" na minha vida.



E vocês, têm vontade de iniciar/continuar o vosso próprio diário?






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