quarta-feira, 14 de junho de 2017

Livros de auto-ajuda: só para coitadinhos?


Sung Kim

Sempre houveram livros de auto-ajuda, mas parece que nos últimos tempos têm-se multiplicado nas livrarias. Também nunca foram tão criticados como actualmente. Há quem considere que só as pessoas fracas de cabeça e de espírito necessitam de livros de auto-ajuda.

Para quem me segue há algum tempo, não é novidade nenhuma que adoro livros. E sempre tive uma mente aberta para todos os tipos de livros, desde policiais a romances históricos, passando pelos livros de desenvolvimento pessoal, gosto de todos os livros que me toquem, que me abram as portas da mente, que me façam sentir e pensar. Não quer isto dizer que gosto de todos os livros, já li livros que detestei. No entanto, tenho sempre uma mente aberta.
Hoje em dia, vejo com alguma tristeza, pessoas a criticar livros (e não só) pelo título, pela capa, pelo autor, sem sequer os terem lido. Uma espécie de crítica pseudo-intelectual generalizada.

Eu gosto dos livros de auto-ajuda, a que gosto mais de chamar livros de desenvolvimento pessoal. Para mim, são como os manuais escolares. Se pegar num manual de inglês, leio, aprendo e pratico. O mesmo acontece com um livro de desenvolvimento pessoal, que me permite explorar e desenvolver todos os aspectos da minha personalidade. Não quer isto dizer que gosto de todos os livros de desenvolvimento pessoal, assim como há bons e maus manuais escolares, também existem bons e maus livros de desenvolvimento pessoal.

Sempre que vejo alguém com um livro destes, não penso "Coitado", penso "É assim mesmo, bem que gostava de trocar umas opiniões contigo".

Esta é a minha opinião claro! Gostava muito de saber a vossa, aqui nos comentários.

 

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